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Cofre para Fitas Magneticas (Certificados e Normativas)

Cofres para proteção de fitas magneticas



Cofres para Mídias Magnéticas são classificados em quatro classes contra fogo e três classes
contra vandalismo. Classificação contra Vandalismo
O grau de segurança é expresso em RU (resistant unit). O valor é calculado pelo instituto certificador
a partir de tempos necessários para o arrombamento / abertura da porta durante os testes.
Nestes testes os cofres são submetidos ao arrombamento com ferramentas de ação mecânica e térmica.
Exemplo: 50/80 RU na classe II significa 50 RU para acesso parcial (orifício para acesso com uma mão)
e 80 RU para acesso total (porta aberta). Classificação contra Fogo
NOSSOS COFRES OFERECEM PROTEÇÃO CONTRA:

•Fogo: Teste conforme EN 1047-1. S 60 DIS, S 60 P, S 120 DIS, S 120 P
•Gás: Sistema de vedação evita a entrada de gases e umidade
•Água: Sistema de vedação evita a entrada de água de combate a incêndios
•Queda: Conforme EN 1047-1 de uma altura de 9,15 m
•Arrombamento: Conforme EN 1143-1 Classe I, Classe II, Classe III
•Explosivos: Teste com 550g de PETN (velocidade de detonação de 8400 m/s)
•Campos Magnéticos: Proteção contra campos magnéticos intensos
•Acidentes: Teste pelo TÜV garantindo o selo GS
•Desenvolvimento dos parâmetros em um teste de acordo com EN 1047-1
para a classeS 120 DIS, duração de 2 horas.
•Temperatura externa (forno de teste)
•Umidade relativa no interior do cofre em % (max. permitido 85%)
•Temperatura interna do cofre (aumento permitido de no max. 30°C)

GARANTIAS:

•Garantia de resistência a fogo
•Os cofres de dados e documentos são fabricados de acordo com a norma europeia EN 1047-1
nas classes S 60/120 DIS/P e garantidos pela fábrica através de certificado de garantia.
•Garantia contra arrombamento / abertura WG classe I-III
•Os cofres de dados e documentos são fabricados de acordo com a norma europeia
EN 1143-1 contra arrombamento.
•Garantia contra arrombamento / abertura VdS classe I-III
•Os cofres são confeccionados conforme normas do VdS Schadenverhütung GmbH em Köln.
•Garantia de segurança contra riscos de acidentes.
•Cofres de dados, documentos e objetos de valor com a sigla GS são categorizados pela sigla TÜV
de acordo com a lei de segurança de equipamentos. Correspondem, portanto, ao estado
da arte em termos técnicos.
•Preparação para sistemas de alarme.
•Opcionalmente os cofres podem ser preparados para sistemas de alarme. O fornecimento
não compreende os elementos eletrônicos.
•Os cofres são fabricados de acordo com as especificações, desenhos e tecnologia
exigência da comunidade europeia.

DESMISTIFICANDO A CERTIFICAÇÃO DE COFRES A PROVA DE FOGO

Com o aumento da dependência dos sistemas em todas as áreas empresariais cresce a necessidade
de proteção dos dados gerados por estes sistemas. Além de espelhamento de dados em servidores
remotos, a guarda de backups consiste em uma forma de garantir a integridade de dados em caso
de qualquer tipo de problema com seus sistemas, tais como: problemas técnicos com os próprios
servidores, vírus, roubo, fogo ou outras situações adversas.

Os cofres são adquiridos principalmente para a guarda de backups, existindo também cofres para
os próprios servidores no mercado.

Quais as características que um cofre para guarda de dados deve ter?
Um resumo de tais características pode ser encontrado nas diversas Normas que tratam do
assunto. No Brasil existe somente uma norma que trata de critérios de segurança física
relativos ao armazenamento de dados (NBR 11515).

Para os cofres, propriamente, não existem Normas específicas, mas na maioria dos casos
utilizamos as normas europeias.

Existem duas normas européias básicas que tratam do assunto:

EN 1143-1, que descreve as características de segurança que um cofre deve possuir
EN 1047-1, que dá as diretrizes para proteção contra fogo.

Em questão de segurança, a característica básica que um cofre deve possuir é retardar ao
máximo o acesso ao seu interior por pessoas que não possuam a chave ou o código de acesso.
A norma EN 1143-1 define os tempos mínimos que um cofre deve resistir à tentativa de abertura
por pessoas especializadas em arrombamento de cofres. Os cofres são divididos em três categorias.
Para dados, por não serem bens físicos de valor mensurável, os cofres de Classe I e II garantem
uma ótima proteção. Cofre da Classe III geralmente são utilizados para a guarda de jóias ou dinheiro.

Quando o assunto passa ser a proteção ao fogo, a característica básica é a manutenção da
temperatura interior do cofre inferior aos 50°C durante o tempo de exposição ao fogo, uma vez
que, acima desta temperatura, a maioria das mídias é destruída.

Para se fixar os valores limites de tempo de exposição os autores das normas provavelmente
seguiram dados estatísticos de duração de incêndios. Desta forma criaram duas classes de
acordo com a norma EN 1047-1:

CLASSE S 60 DIS: Esta classe garante uma temperatura inferior aos 50°C no interior do cofre
quando o cofre é exposto a temperaturas externas de até 950°C durante 60 min.

CLASSE S 120 DIS: Nesta classe o cofre é exposto a até 1090°C durante 120 minutos, sem que
a temperatura interna suba além dos 50°C.

Além dos limites internos de temperatura a EN 1047-1 ainda exige que o cofre, após
ser exposto ao fogo durante estes períodos de tempo, suporte uma queda de 9,15 m de
altura sem que o cubículo interno sofra alterações que possam vir a destruir a mídia.

Mas como saber se um cofre foi projetado para atender tais requisitos?

Na Europa existem os órgãos certificadores como o ECB-S (European Certification Board
- Security Systems). A empresa associada ao órgão submete seus produtos a testes que
verifiquem se os requisitos das normas são satisfeitos pelo produto. E para ter certeza
de que os materiais utilizados ao longo do tempo sejam similares aos materiais utilizados
nos produtos de teste, o órgão inspeciona aleatoriamente as empresas filiadas no que diz
respeito a estes materiais.

Estes certificados são emitidos em sua lingua nata e por um órgão estrangeiro, o que não
necessáriamente lhe dará uma garantia sobre o produto. Basta saber que em caso de problemas
com seu cofre importado os órgãos nacionais de defesa com o consumidor nada podem fazer,
pois tratam-se de institutos fora do Brasil, passando a garantia aos importadores que se
defendem alegando que importaram o produto com a garantia da fabrica estrangeira baseando-se
que se o produto foi certificado deveria atender. Sem contar que em caso de assistência técnica
desconhecemos quaisquer fabricantes estrangeiros de cofres para proteção de fitas magnéticas
que possuam assistência técnica no Brasil ficando esta assisttência normalmente na mão de
curiosos que mal conhecem o produto e em caso de necessidade de reposição de peças estas terão
que ser importadas com prazos abusivos de até 90 dias ou mais.

Já no caso do cofre nacional, todas a peças de reposição são nacionais ou possuem grande
quantidade na fábrica do produto além da assistência ser onside, ou seja, levamos nossos
técnicos até o local onde o cofre está localizado, sem a necessidade de pagamentos de fretes
para remoção do produto.

Agora a pergunta: o que vale mais no Brasil, o certificado de um laboratório estrangeiro
ou uma carta de Garantia do produto fornecida pelo fabricante do produto?

No Brasil não existem normativas técnicas desenvolvidas no que tange a cofres de mídia,
por isto grande parte dos cofres são importados e, consequentemente, extremamente caros
mas existem ótimos fabricantes de cofres no Brasil que não possuem seu produto certificado
não porque o produto não é bom, mas sim pela falta de normativas técnicas nacionais, pois
não é permitido que se certifique produtos com normativas estrangeiras e até hoje a ABNT
não criou todas as normativas nacionais necessárias para a certificação deste tipo de
produto, mas isso não significa que o produto não atende as normativas e nem deve colocar
em risco a qualidade do produto, pois os próprios fabricantes periódicamente executam
testes por amostragem para garantirem a qualidade de seus produtos.

Os cofres nacionais atendem perfeitamente as normativas EN1047-1, EN1143-1, NBR 11515 e
ainda NBR 17 classe 125 S 120 DIS que ja tratam-se de normativas suécas.

Hoje nossa empresa fabrica cofres para mídias, e somos provenientes da antiga e
renomada Fichet Bauche e detemos todos os segredos de fabricação de cofres para fitas
magnéticas no Brasil.

Devemos, contudo, levar em consideração de que não é o certificado que garantirá a
proteção das mídias, e sim o cofre, se um possível incêndio não ultrapassar os
limites especificados nas normas.

Se o incêndio durar mais tempo do que o especificado, as mídias serão certamente destruídas,
tanto no cofre nacional, quanto no cofre importado e certificado. Da mesma forma, se as
temperaturas as quais o cofre for submetido forem superiores as especificadas nas normas,
não devemos contar com o resgate intacto das mídias.

Basta lembrar que nenhum cofre, mesmo certificado, sobreviveu ao ataque de 11 de setembro em
Nova Iorque. Com estas considerações em mente, vemos que a garantia de vida das mídias depende
mais de uma política correta de backup e sua guarda do que propriamente do cofre utilizado.

É melhor comprar dois cofres de menor valor e instalá-los em locais diferentes e manter-se
duas cópias do backup ao invés de adquirir um cofre mais caro e instalá-lo em um único local.
O trabalho será dobrado, porém a segurança de seus dados serão mais garantidas!

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